Quicksand - David Bowie
Estou mais perto da Aurora Dourada
Imerso no uniforme de Crowley
De imagens
Estou vivendo em um filme mudo
Retratando o reino sagrado de Himmler
Da realidade dos sonhos
Estou amendrotado pelo meu objetivo final
Apontando para o buraco áspero
Eu não tenho mais o poder
Não, eu não tenho mais o poder
Eu sou o nome retorcido nos olhos de Garbo
Prova viva das mentiras de Churchill
Sou o destino
Estou dividido entre a luz e as trevas
Onde os outros veêm seus alvos
Simetria divina
Devo beijar as presas da víbora?
Ou clamar alto pela morte do Homem
Estou afundando na areia movediça dos meus
pensamentos
E eu não tenho mais o poder
Não acredite em si mesmo
Não se deixe enganar pela crença
O conhecimento vem com a libertação da morte
Ah ah ah ah
Ah ah ah ah ah
Eu não sou um profeta ou um homem da idade da pedra
Só um mortal com potencial para ser super-homem
Estou vivendo a vida
Estou laçado na lógica do Homo Sapien
Não consigo desviar o olhar da salvação divina
Da fé de araque
Se eu não explicar o que você deve saber
Você pode me falar tudo
No próximo Bardo
Estou me afundando na areia movediça dos meus
pensamentos
E eu não tenho mais o poder
Não acredite em si mesmo
Não se deixe enganar pela crença
O conhecimento vem com a libertação da morte
Ah ah ah ah
Ah ah ah ah ah
Não acredite em si mesmo
Não se deixe enganar pela crença
O conhecimento vem com a libertação da morte
Ah ah ah ah
Ah ah ah ah ah
Clarice Lispector
Elas sabem fazer o melhor das
oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para
aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam
e tentam sempre.
Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo..."