...Que Deus lhe de em DOBRO tudo o que me desejar!!!

ॐ O DEUS em meu coração saúda o DEUS em seu coração..seja você quem for!!! O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você!.. O Deus que há em mim saúda o Deus que há em ti!.. O Espírito em mim reconhece o mesmo Espírito em você!.. A minha essência saúda a sua essência!!








domingo, 15 de julho de 2012

Dostoiévski ..




......Quando olho para o passado e compreendo quanto tempo perdi em vão, quanto perdi com equívocos, com erros, na ociosidade, na inabilidade para viver, como deixei de apreciá-lo, quantas vezes pequei contra meu coração e minha alma, meu coração se põe a sangrar.
A vida é uma dádiva, a vida é uma felicidade, cada minuto poderia ser uma eternidade de felicidade.

Fragmento de sua Filosofia de Giuliano Cézar.


“Geralmente não encontro quem goste de mim. Mas sonho todos os dias que, em alguma ocasião, em algum lugar, hei de encontrar e hei de conhecer alguém… Ai, se soubesse quantas vezes me apaixonei, só em imaginação!

- Mas como é possível? E por quem?


- Por ninguém, concretamente, apenas por um ideal que aparece nos meus sonhos. Eu, em sonhos, imagino novelas completas.”


"Noites Brancas" Dostoiévski pág.22



quinta-feira, 12 de julho de 2012

Que a vida é um dia...um dia sem culpa!!!


Vai, pode falar, pode escrever

Eu vou me entregar

No meu lugar, quem não faria?

Diz que é loucura, diz que é besteira, mas eu não vou ligar

Não tente entender

E o tempo dirá

A sina é sonhar

Que eu pago pra ver

Qual meu lugar

Que a vida é um dia

Um dia sem culpa

Um dia que passa aonde a gente está

Ah, se eu tenho tanto a perder

Eu perco é o medo do que a sorte lê

Sabe o que quer

Sabe quem tem o que se quer...

 O que se quer!!!participação de Rodrigo Amarante. O ex-Los Hermanos, adorei essa música gostosa de ouvir onde eles vão falando sobre se entregar, afinal “a vida é um dia sem culpa”.

 Oitavo álbum,Marisa Monte O Que Você Quer Saber de Verdade, cheio de parcerias e participações especiais.


Todas as músicas são incríveis..amei

...Quando a alma tá mais leve..as palavras são doces...pensamentos sorriem....♥



Sem você a vida pode parecer
Um porto além de mim....

 

Todos temos segredos....

 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Madame Bovary....c'est moi

Acabei de ler...não gostei do livro, Emma Bovary é uma personagem que desperta amor e ódio.
Só posso dizer que odiei Emma do início ao fim do livro. Ela é daquele tipo de pessoa que não se contenta com o que tem. Vive buscando fantasias atrás de coisas irreais. Eu achei a personagem muito egoísta e fria.


Madame Bovary é o romance mais conhecido de Gustave Flaubert, que o levou a ser julgado por ofensa moral e religiosa. Ao se defender das acusações, pronunciou a famosa frase Emma Bovary c’est moi”. Nesse romance, o autor chega ao ápice da narrativa longa do século 19, e busca sempre a palavra exata para descrever os cenários e a mente de seus personagem. É considerada por alguns autores como a primeira obra da literatura realista.



 O romance conta a história de Emma, uma mulher sonhadora pequeno-burguesa, criada no campo, que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento da filha dá alegria ao indissolúvel casamento ao qual a protagonista se sente presa. Emma, cada vez mais angustiada e frustrada, busca no adultério uma forma de encontrar a liberdade e a felicidade. 
Sempre entediada, e acreditando que a vida foi feita para ser vivida ao máximo. Após cada uma das suas conquistas, ela percebe que a realização do sonho não lhe trouxe a satisfação necessária, e assim segue sucessivamente em busca de emoções extremas, encontrando apenas o prazer momentâneo seguido pelo tédio.
Madame Bovary pode ser vista como uma esposa entediada que torna-se adúltera ou como uma mulher que teve coragem de ultrapassar os obstáculos que seu tempo impunha à sua liberdade para buscar o direito de ser feliz.

“Contudo, não era feliz, nunca o havia sido. De onde vinha, pois, aquele apodrecimento instantâneo das coisas em que se apoiava? [...] Nada, afinal, valia a pena procurar-se; tudo mentia! Cada sorriso ocultava um bocejo de enfado, cada alegria uma maldição, todo prazer o seu desgosto, e o melhor de todos os beijos não deixavam aos lábios senão uma irrealizável ânsia de voluptuosidades mais intensas.
 Preferiria que Charles lhe batesse, para poder com mais justiça detestá-lo, vingar-se dele. Por vezes assustava-se com as atrozes conjecturas que lhe vinham à ideia; e era necessário continuar a sorrir, escutar as suas próprias repetições de que ele era feliz, fazer de conta que o era, dar a entender isso aos outros! Enojava-se, entretanto, daquela hipocrisia. Tinha tentações de fugir com Léon para qualquer parte, muito longe, tentar um  destino novo; mas logo se lhe abria na alma um abismo de confusão, cheio de negrume. "Ainda por cima, não me ama", pensava ela; "Qual vai ser o meu futuro? Que ajuda posso esperar, que consolação, que alívio?"

..Gostava do mar apenas pelas suas tempestades e da verdura só quando a encontrava espalhada entre ruínas. Tinha necessidade de tirar de tudo uma espécie de benefício pessoal e rejeitava como inútil o que quer que não contribuísse para a satisfação imediata de um desejo do seu coração - tendo um temperamento mais sentimental do que artístico e interessando-se mais por emoções do que por paisagens..

domingo, 1 de julho de 2012

Persuasão


 

Começei a ler Persuasão de Jane Austen. Ele nos fala sobre o amor de uma forma genuína, pura e extremamente forte e imbatível. A trama se baseia na espera do casal que tanto se ama, mas que por circunstâncias adversas, acabam separados um do outro, porém mantendo acesa a chama da paixão.
Anne Elliot, filha de Walter Elliot, baronete de Kellynch Hall, a qual sete anos antes dos eventos narrados no romance, apaixona-se por Frederick Wentworth, inteligente, ambicioso, mas pobre, e é impedida pela família de contrair matrimônio com o mesmo.
Aos vinte e sete anos, Anne reencontra o ex-noivo, agora um oficial da marinha, interessado em sua vizinha, Louisa Musgrove, que é também concunhada de Anne, pois é irmã de Charles, casado com Mary.

Anne percebe que ainda ama Wentworth e tem de lidar com a convivência num ambiente em que ele se torna frequente e com a possibilidade de ser deixada de lado em favor de Louisa. É apenas quando Anne reconhece seus sentimentos íntimos como verdadeiros, que a persuasão se completa.
Anne nunca esqueceu seu grande amor, e inclusive recusou outros pedidos de casamento, encontrando-se hoje em idade avançada e sem o "frescor da juventude". O romance se passa então, nesse estranho momento de reencontro, sempre com a fantástica ironia de Jane Austen, retratando satiricamente a sociedade hipócrita de então.

 
Persuasão foi o último romance de Jane Austen e foi publicado em 1818, com a autora já falecida.